Acusada de mandar matar o marido será julgada no dia 3 de agosto em Cuiabá

Por Redação em 23/07/2021 às 21:01:42

A vítima era casada com Danielle Reis de Souza Siman, apontado pelo Ministério Público como mandante do crime planejado juntamente com um homem com quem tinha um caso extraconjugal. Danielle foi presa suspeita de mandar matar o marido Geraldo Jamil, em Cuiabá

Facebook/Reprodução

Uma mulher acusada de mandar matar o marido e um dos denunciados de participação no assassinato serão julgados no dia 3 de agosto de 2021, às 9h, no Fórum de Cuiabá.

De acordo com o processo, no dia 18 de janeiro de 2019, por volta de 5h, Atailson Espírito Santo, em uma moto, levou um terceiro acusado que efetuou disparos de arma de fogo contra Geraldo Jamil Siman de Moreira, que morreu no local. Após o homicídio, Atailton garantiu a fuga do executor.

A vítima era casada com Danielle Reis de Souza Siman, apontado pelo Ministério Público como mandante do crime planejado juntamente com um homem com quem tinha um caso extraconjugal.

Outros dois homens são acusados de terem sido os intermediários entre os dois executores e os contratantes, que prometeram pagar R$ 15 mil pelo assassinato. O processo foi desmembrando.

O caso

As investigações apontam que o piloto e o executor ficaram dois dias de tocaia em uma casa abandonada, ao lado da residência da vítima, esperando o momento certo para assassiná-lo.

No dia 17 de janeiro, a vítima, que tinha o costume de sair bem cedo de casa, se atrasou e o plano foi adiado. No dia seguinte, 18 de janeiro, às 5h, a vítima foi executada.

Inicialmente, com imagens de câmaras de segurança que mostraram a motocicleta e pela placa, os policiais chegaram até uma pessoa que informou aos policiais que havia vendido a motocicleta para Atailson.

Ao ser preso, Atailson revelou que tinha sido contratado pelo filho do dono do supermercado, que fica em frente à casa da vítima. Essa pessoa foi identificada como sendo Gabriel, que teve a prisão cumprida no dia 14 de fevereiro.

Após a prisão de Gabriel, foi descoberto o plano sórdido alimentado pela mulher da vítima. Danielle mantinha há quase dois anos relacionamento extraconjugal com Gabriel. Ela dizia a ele que sofria constantemente agressões físicas do marido e que um de seus dois filhos era fruto de estupro praticado pelo esposo, e o segundo engravidou em momento que ele (marido) tinha se aproveitado do seu estado de embriagues. Ela também falava ao amante que não mantinha relações sexuais com o marido.
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